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Bobsled do Brasil tem Denis Parreiras, do calor do interior de São Paulo para o gelo
O pusher e breakman vem do atletismo para os Blue Birds; a temporada seguirá com treinos físicos e depois, nos Estados Unidos e Europa, nas pistas, com os trenós


A maioria dos integrantes da seleção brasileira de bobsled, esporte que integra o programa dos Jogos Olímpicos de Inverno, vem do calor de cidades do interior de São Paulo. Denis Parreiras, que nasceu em São Caetano do Sul, mas desenvolveu grande parte de sua carreira no atletismo na quente São José do Rio Preto e vive na região, em Santa Fé do Sul, é um dos atletas que vai brigar por vaga olímpica. Os XXIII Jogos Olímpicos de Inverno, evento multiesportivo organizado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), serão realizados entre 9 a 25 de fevereiro de 2018, em PyeongChang, na Coreia do Sul.

A seleção brasileira de bobsled, os Blue Birds, é formada por Edson Bindilatti, piloto, Odirlei Pessoni, Edson Martins, Denis Parreira, Erick Vianna, todos pusher e breakman, e Rafael Souza, breakman. As técnicas são Joanne Manning e Nicola Minichiello, da Grã-Bretanha.

"Tive a sorte grande de entrar num time mais bem estruturado, já com as técnicas Nick e Jo e pegar o processo que visa o ciclo olímpico atual. Desde 2014, cresci tecnicamente no bobsled. Uma única vez andei no trenó antigo e tem uma diferença gigantesca entre aquele material e o que temos agora, até no conforto", acentou Denis.

O esporte foi retomado em 2013, após intervenção na Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (entre 2009 e 2013) - o bobsled disputou os Jogos Olímpicos de Sochi, mas sem a preparação necessária. Desde então, mesmo sem tradição em esportes no gelo, a seleção brasileira de bobsled conseguiu se organizar e se preparar.

Na temporada de 2016 e 2017, o Brasil ganhou duas das oito etapas da Copa América, em Salt Lake City e em Lake Placid, nos Estados Unidos, e foi vice-campeão do circuito (com 572 pontos), atrás dos Estados Unidos, em janeiro (26/1/2017), no trenó de quatro. Bindilatti foi o segundo melhor piloto das Américas no combinado dos trenós de dois e de quatro. O Brasil chegou ao 16º lugar no ranking mundial da Federação Internacional de Bobsled e Skeleton - posição que classificaria a equipe para os Jogos de PyeongChang.

Parte do grupo conheceu a pista olímpica da PyeongChang e disputou a Copa do Mundo no trenó de 2 - o grupo voltou esta semana da Coreia (20/3/2017). "Vimos que estamos muito perto dos outros times e que precisamos ganhar força e também aumentar o peso no trenó", explicou o piloto Edson Bindilatti. A preparação física dos atletas começa em 15 dias, logo após férias curta - no momento, os atletas estão em suas cidades. Os próximos três meses serão dedicados a preparação física do grupo. Na sequência, a preparação seguirá nas pistas de gelo em Lake Placid, Nova York (EUA). O grupo também poderá ir à Europa. O calendário será detalhado com a Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG).

Os atletas da modalidade têm o apoio do programa Solidariedade Olímpica, do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG).
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